𝙊 𝙥𝙡𝙖𝙣𝙚𝙩𝙖 𝙚𝙨𝙩á 𝙚𝙣𝙘𝙤𝙡𝙝𝙚𝙣𝙙𝙤 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙥𝙖𝙨𝙨𝙖𝙧 𝙙𝙤 𝙩𝙚𝙢𝙥𝙤
À medida que o núcleo do astro esfria e solidifica, isso faz com que o terreno de sua superfície se contraia e obrigue o chão a possuir diferentes níveis de altura. Dessa forma, o planeta encolhe e ocasiona “rugas” na crosta, geralmente chamadas de “falhas lobulares”, porque são parecidas com o lóbulo de uma orelha quando vistas de cima. Segundo os cientistas, esse fenômeno foi iniciado há bilhões de anos e atesta que o planeta encolhe com o passar do tempo.
𝑯á 𝒈𝒆𝒍𝒐 𝒏𝒂𝒔 𝒑𝒓𝒐𝒇𝒖𝒏𝒅𝒆𝒛𝒂𝒔 𝒅𝒂𝒔 𝒄𝒓𝒂𝒕𝒆𝒓𝒂𝒔
Como já dissemos anteriormente, Mercúrio está repleto de crateras. Pois bem: algumas delas são tão incrivelmente fundas que não recebem luz solar direta, e após a exposição à temperatura negativa, uma formação de gelo foi iniciada dentro das profundezas dessas crateras. Por isso, apesar de ter uma superfície extremamente quente, o planeta ainda guarda gelo consigo.
𝙊 𝙥𝙡𝙖𝙣𝙚𝙩𝙖 𝙚𝙨𝙩á 𝙧𝙚𝙘𝙝𝙚𝙖𝙙𝙤 𝙥𝙤𝙧 𝙫𝙪𝙡𝙘õ𝙚𝙨
Mercúrio é tido como um dos planetas do Sistema Solar com maior atividade vulcânica. Segundo as observações da sonda MESSENGER, o planeta tem centenas de vulcões e sua lava consiste basicamente por substâncias basálticas, como piroxênio e plagioclásio. Esta lava é fluida e cobriu extensas passagens de terra na superfície do astro, o que também contribuiu para a formação geológica única dele.
𝙎𝙚𝙪 𝙣𝙤𝙢𝙚 𝙝𝙤𝙢𝙚𝙣𝙖𝙜𝙚𝙞𝙖 𝙪𝙢 𝙙𝙚𝙪𝙨 𝙧𝙤𝙢𝙖𝙣𝙤
Na mitologia romana, falamos Mercúrio; na grega, Hermes. Seja como for, ambos os nomes representam um deus considerado como o “mensageiro dos deuses”: era dito que sua velocidade incomparável o fazia voar mais rápido que um raio, e era simbolizado com asas nas sandálias. O planeta recebeu este nome em virtude de ser o mais rápido do nosso Sistema Solar a completar sua trajetória em torno do Sol.
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